MUSEU IMPERIAL

Viajando em direção a Vila Rica, Minas Gerais para buscar apoio ao movimento da Independência do Brasil, encantou-se com a maravilhosa mata Atlântica e o clima ameno da região serrana. Hospedou-se na fazenda do Padre Correia e chegou a fazer uma oferta para comprá-la. Diante da recusa, Dom Pedro comprou a fazenda Córrego Seco, em 1830, com propósito de transforma-la no Palácio da Concórdia.

Com a crise em Portugal e a insatisfação interna foram determinantes para o regresso à terra natal, onde ele viria morrer sem voltar ao Brasil. A Fazenda foi deixada de herança para Do, Pedro II , que nela se constituiria a residência favorita de verão.

O MUSEU

Imperial

Apesar das situações inóspitas naquela época para se fazer uma construção deste porte, o Palácio Imperial, foi muito bem pensado para que onde se estivesse na Cidade Imperial pode-se ver o Palácio e sua importância.

Todo seu acervo encontra-se como a família imperial o deixou, sua mobília, quadros, talheres, jóias entre outros detalhes que encantam.

Não é permito gravar e fotografar na parte interna do museu, mais vale muito a pena a visita, toda riqueza em detalhes, e o mais importante que chamou nossa atenção foi a coroa do imperador que pesa quase dois quilos, com 639 pedras preciosas e 77 pérolas avaliado em um milhão de dólares preços atuais, a carta da lei Áurea que libertou os escravos e sua caneta de pena em ouro assina por ela se encontram no museu.

CARROAGENS DA

Família Imperial

A Berlinda, é a principal carruagem e a mais importante, pois ela era utilizada em festas de gala realizada pelo Imperador Dom Pedro II, e em corações e principalmente em casamentos como a de suas filhas.

A carruagem é trabalhada em madeira e ferro com ornamentos em prata, ouro e pintura que remete, com janelas de cristal e assentos em veludo. O veículo era movido a oito cavalos.

A berlinda de aparato foi construída pela firma britânica Pearce & Countz, fornecedora da Casa Real Inglesa, especialmente para a cerimônia de sagração e coroação de d. Pedro II, ocorrida no dia 18 de julho de 1841

Neste espaço destinado as carruagens, exitem vários modelos utilizados no período Imperial.

Outra carruagem que se destaca e que achamos muito interessante é a carruagem de pães, onde o padeiro lavava seus pães a Família Imperial.

Um pouco mais a frente se encontra a locomotiva Leopoldina, e por sua vez onde foi feita a primeira estrada de ferro no atual estado de Minas Gerais.

Um detalhe muito interessante é como a locomotiva trafegava em uma região serrana, com muita subia e descida, sua linha precisava de um terceiro trilho com uma engrenagem que pudesse ajudar a subir e a descer com mais facilidade e segurança.

Horário de Funcionamento

Terça á Domingo

Das 10:30 às 18:00

Valor da Entrada ( Podendo haver alterações )

Inteira R$30,00 por pessoa.

Visitas Guiadas e Áudio Guiadas, o valor pode alterar

Mais informações

(24) 2233-0300 / 2233-0360

Conheça mais de perto sobre este maravilho Museu que pudemos conhecer nesta incrível viagem a região serrana do Rio de Janeiro.

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